segunda-feira, 11 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Hei de caminhar desatenta por aí, desligarei o celular para não receber aquelas chamadas "Onde você está?", arremessarei o relógio ao mar para não me preocupar com a hora e não ficar atônita em ter que chegar em casa, pisarei na areia da praia e desenharei nossos nomes nela. Todavia, no fundo há um rumo, um destino a ser traçado, um amor a ser conquistado e sem este amor em minha vida nada é bom, tudo é incompleto e as coisas ficam cinzentas e eu torno-me ranzinza. É culpa da tua ausência - culpa sua, deveria estar aqui - que eu caminho assim, tão lúgubre quão pessoas em um funeral.
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